terça-feira, 6 de julho de 2010

Cadê o R$0,01?

Se tem uma coisa que volta e meia me incomoda é o tal do R$0,01. Se a moeda não existe mais, parou de ser fabricada, por que diabos os comerciantes não arredondam o valor? De grão em grão... não preciso terminar, não é?
Sem o arredondamento do preço a pessoa paga R$6,00 por uma mercadoria de R$5,98. Mas o que eu fico muito, muito irritada, é quando o atendente do caixa não deixa passar a compra se eu entregar R$5,95 (utilizando o exemplo anterior). Nos locais em que o troco acaba sendo compensado, ou seja, algumas vezes entregam a mais, outras a menos, não me incomoda, o que incomoda é quando o local sempre fica devendo, e quando nos falta a maldita moeda, não temos este direito.
Enquanto ninguém resolve isso (o que deve demorar muito tempo e se um dia acontecer) tudo quanto é estabelecimento que me prega destas peças ridículas eu deixo de comprar. Ok, salvo em casos de extrema necessidade, como da última vez que atacou a enxaqueca e não tinha remédio. Não detalharei o caso aqui, pois eu não mereço lembrar disso.
Quem sofre é o pobre trabalhador que paga enquanto os proprietários de estabelecimentos como a farmácia em que fui obrigada a comprar, só por estar morrendo de dor, ficam, de centavo em centavo, construindo um cofre de Tio Patinhas.* Só para ressaltar, e já que eu lembrei disso de qualquer forma, tive que comprar na maldita farmácia porque todas as outras já estavam fechadas, e esta estava a poucos minutos de fechar as portas. Tive que correr em casa para pegar os centavos porque o dono não permitiu eu levar o remédio sem todas as moedinhas.

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